O serviço ambiental dos catadores de recicláveis

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No segundo programa sobre os 12 anos da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/10), Salão Verde visita a central de reciclagem do Distrito Federal (CENTCOOP) para destacar o papel dos catadores como agentes ambientais e de saúde pública. São 5 mil toneladas de materiais reciclados por mês, gerando renda e dignidade a centenas de famílias de catadores. Esse trabalho essencial faz parte da estratégia de extinção dos vergonhosos lixões a céu aberto. O quadro “GeoLógicas” mostra que o país ainda abriga mais de 2 mil lixões, sobretudo em pequenas cidades, e relembra o cenário degradante de alguns deles, como o da Estrutural (DF) e do Jardim Gramacho (RJ), já extintos. Conheça alguns programas de qualificação profissional da associação nacional de catadores (ANCAT) e relembre o pioneirismo da associação de Belo Horizonte (ASMARE-MG), que, ao reaproveitar materiais descartados no lixo, criou o slogan “reciclando vidas” para devolver cidadania aos catadores. Ao longo do programa, esses profissionais também nos dão dicas do correto descarte de materiais para coleta seletiva, logística reversa e redução do impacto do lixo no meio ambiente e na saúde humana.

Pontos de vista nesta edição: Aline Souza, diretora-presidente da Central das Cooperativas de Trabalho de Catadores de Materiais Recicláveis do Distrito Federal (CENTCOOP-DF); Roberto Rocha, presidente da Associação Nacional de Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis (ANCAT); e Maria das Graças Marçal, a “Dona Geralda”, fundadora da Associação dos Catadores de Papelão e Material Reaproveitável de Belo Horizonte (ASMARE-MG).

Fonte: Rádio Câmara

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